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Postado por em abr 7, 2015 em Extra |

Podemos confiar na Bíblia?

Podemos confiar na Bíblia?

Powerpoint e roteiro para download. Mídia de apoio às atividades pedagógicas.

O modelo criacionista está fundamentado principalmente nas Escrituras Sagradas. Por isso, é importante analisar a pretensão da Bíblia de ser a Palavra de Deus. O objetivo desta aula é mostrar que, embora as Escrituras não sejam um livro científico, quando elas falam de ciência, acertam em cheio. É recomendável ler o capítulo 7 do livro A História da Vida (Casa), antes de apresentar esta palestra.

Slide 1 – Abertura da apresentação

Slides 2 a 7 – Textos bíblicos criacionistas que apresentam o Deus Yahweh como Criador e Mantenedor do Universo.

Slides 8 a 10 – Antecipações científicas na Bíblia. Terra no vácuo. (Comentário nas páginas 168 e 169 do livro A História da Vida.)

Slides 11 a 15 – Estrelas incontáveis. Aqui é possível abrir um parêntese para analisar a grandeza da criação e de seu Criador. Olhando para o céu, numa noite escura e estrelada, podemos ver uma concentração maior de estrelas ao longo de toda a abóbada celeste (slide 12): é um dos braços da Via Láctea, a nossa galáxia (slide 13). A Via Láctea tem um diâmetro de 100 mil anos-luz (slide 14). Mesmo viajando a 300 mil quilômetros por segundo, a luz leva 100 mil anos para cruzar nossa galáxia de ponta a ponta. Segundo os astrônomos, a Via Láctea tem cerca de 100 bilhões de estrelas. Estima-se que haja por volta de 100 bilhões de galáxias. Proponha um cálculo aqui: 100 bilhões vezes 100 bilhões. Esse é o número aproximado de estrelas no Universo (conhecido). O slide 15 apresenta o verso 4 do Salmo 147, que afirma que Deus conhece cada estrela pelo seu nome. Será que Ele não me conhece e tudo o que diz respeito à minha vida? Seres humanos somos “apenas” cerca de 6 bilhões – muito menos do que o número de estrelas da Via Láctea. Deus sabe tudo sobre nós; sobre cada fio de cabelo, sobre cada célula de nosso corpo.

Slides 16 a 20 – Prosseguem as antecipações científicas na Bíblia. (Comentário nas páginas 169 a 172 do livro A História da Vida.)

Slide 21 – Tela de abertura da seção sobre Arqueologia.

Slide 22 – É curioso notar que a Bíblia possui muito mais manuscritos antigos do que, por exemplo, a história dos imperadores romanos. Mas ninguém duvida de que Calígula ou Nero tenham existido…

Slides 23 a 29 – É bom gastar algum tempo esclarecendo este tópico, já que os Manuscritos do Mar Morto são uma evidência de que o texto bíblico é confiável. Se estiver numa igreja, talvez seja interessante pedir para as pessoas segurarem a Bíblia, enquanto você comenta que o texto (traduzido, é claro) da Bíblia que elas têm em mãos é o mesmo que Jesus lia quando esteve aqui na Terra.

Os slides 28 e 29 trazem alguns utensílios dos essênios, que ajudaram a datar os manuscritos. (Comentário nas páginas 181 a 184 do livro A História da Vida.)

Slides 30 a 32 – Durante muito tempo os críticos da Bíblia diziam que não havia referência a Israel fora das Escrituras. Até que, em 1896, foi encontrada uma estela (bloco de pedra) do faraó Merneptah, com a mais antiga referência não bíblica à Israel. No fim da inscrição, há o seguinte: “Os príncipes estão prostrados dizendo: Paz. Entre os Nove Arcos nenhum levanta a cabeça. Tehenu [=Líbia] está devastado; o Hatti está em paz. Canaã está privada de toda a sua maldade; Ascalon está deportada; Gazer foi tomada; Yanoam está como se não existisse mais; Israel está aniquilado e não tem mais semente; O Haru [=Canaã] está em viuvez diante do Egito.” – Cf. BRIGHT, J., História de Israel, págs. 145-146; DEVER, W. G., Archaeology and the Israelite “Conquest”, em FREEDMAN, D. N. (ed.), The Anchor Bible Dictionary on CD-ROM, New York, Doubleday & Logos Library System, 1992, 1997; LEMCHE, N. P., The Israelites in History and Tradition, págs. 35-38.

Slides 33 e 34 – A mesma crítica era feita com relação às pragas do Egito. Mas o achado do papiro Ipuwer silenciou os críticos.

Slide 35 – Duvidava-se também da existência de Babilônia, até que suas ruínas foram encontradas no Iraque. Depois os críticos passaram a questionar a historicidade do rei Nabucodonosor. Mas somente para serem mais uma vez silenciados, pois foram encontrados muitos tijolos com o nome do governante (um dos quais – na foto – pertence ao Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork, do Unasp, campus Engenheiro Coelho).

Slides 36 a 42 – Outras evidências da origem divina da Bíblia. (Comentários nas páginas 173 a 181 do livro A História da Vida.)

Slide 43 – Relembrar o fato de que aqueles que aceitam as revelações da Bíblia e também utilizam a ciência experimental têm uma visão muito mais abrangente das coisas.

Slides 44 a 50 – História ilustrativa para destacar as diferentes conclusões a que podem chegar diferentes observadores, dependendo do paradigma que adotam.

Slide 51 – Pensamento de Blaise Pascal, para reflexão.

Captura de Tela 2015-04-08 às 13.28.22

Download do Power Point